Hospedagem
Encontre o lugar perfeito para relaxar e aproveitar a ilha. De charmosas pousadas a casas inteiras de temporada.

Como funciona se hospedar na ilha
Dormir na Ilha da Gigóia é diferente de se hospedar em qualquer outro lugar da Barra: não existe rua chegando até a porta. Você desce no píer da Avenida Armando Lombardi, a poucos minutos do metrô Jardim Oceânico, pega uma chalana e em cerca de dois minutos está na ilha. A mala vai com você no barco.
As travessias funcionam 24 horas por dia, então chegar de madrugada ou sair para um voo às cinco da manhã não é problema. Quem vem de carro costuma deixar o veículo no estacionamento do shopping ao lado do píer, já que na ilha não circulam automóveis.
Antes de embarcar, confirme com a hospedagem em qual píer descer. O arquipélago tem mais de uma ilha ocupada — a Gigóia e a Ilha Primeira, principalmente — e cada casa fica em uma alameda. Os barqueiros conhecem os endereços pelo nome do lugar, então saber o nome da pousada resolve.
Os tipos de hospedagem
🛏️ Pousadas e hotel boutique
Quartos com café da manhã, diária fechada e alguém na recepção. É a opção mais simples para casais e para quem fica uma ou duas noites. Na ilha estão a Pousada Barra da Tijuca, a Pousada Marísis, o Veneza Carioca Hotel Boutique e a Casanova.
Referência: diárias a partir de R$ 300 a R$ 650
🏡 Casas e apartamentos inteiros
A casa toda para o seu grupo, com cozinha equipada, área externa e, em alguns casos, piscina e churrasqueira. É o formato mais procurado por famílias e turmas de amigos que ficam o fim de semana.
Referência: de R$ 250 a R$ 1.500 por noite, conforme o tamanho
👥 Para grupos grandes
A Casa da Estátua recebe até 16 hóspedes em 6 quartos, com piscina e churrasqueira. A Casa Goiá, um duplex, acomoda 8. São as duas opções para aniversários e confraternizações com a turma toda dormindo no mesmo lugar.
Referência: Casa da Estátua a partir de R$ 1.500 · Casa Goiá a partir de R$ 500
💑 Para casais e duplas
O Lux 48 é um apartamento moderno para até 4 pessoas, perto do píer e do metrô. A Casa Venti é um duplex para até 7, em condomínio tranquilo, com jardim e churrasqueira — e aceita pets de pequeno porte.
Referência: Lux 48 a partir de R$ 250 · Casa Venti a partir de R$ 450
📍 Gigóia ou Ilha Primeira
As duas ficam a minutos uma da outra. A Gigóia concentra os mercadinhos, a feirinha de fim de semana e a maior parte dos bares; a Ilha Primeira é mais silenciosa e tem alguns dos restaurantes mais concorridos. Vale escolher pelo ritmo que você quer.
Dica: peça a localização exata antes de fechar
🗓️ Quando reservar
Durante a semana quase sempre há vaga. Fins de semana, feriados prolongados, o verão e principalmente o Réveillon esgotam com semanas de antecedência — a ilha tem poucas unidades e enche rápido.
Antecedência: de 1 semana a 2 meses na alta temporada
O que conferir antes de fechar
Pergunte pelo horário de check-in e check-out pensando no barco, não no relógio: chegar às 22h é tranquilo, mas é bom avisar o anfitrião. Confirme também se a hospedagem tem píer próprio ou se você desce em um píer comunitário e caminha um pouco pelas alamedas — com mala, isso muda o planejamento.
Vale checar ar-condicionado, wi-fi, roupa de cama e se o lugar aceita pets. Praticamente tudo na ilha é reformado ou construído aos poucos, então a diferença entre uma unidade e outra é grande, mesmo dentro da mesma faixa de preço.
Duas coisas que pegam o visitante de surpresa: não há caixa eletrônico na ilha, então leve dinheiro ou deixe o Pix pronto; e o mangue traz mosquito no fim da tarde, então repelente entra na mala. Para compras do dia a dia existem dois mercadinhos, que resolvem o básico mas não fazem as vezes de um supermercado.
Por fim, pense no ritmo: a ilha tem música ao vivo nos bares à beira da água nos fins de semana, o que é ótimo se você veio para isso e menos confortável se veio para dormir cedo. Se procura silêncio, prefira as alamedas mais afastadas do píer principal ou venha durante a semana.
Perguntas frequentes
Como eu chego na hospedagem com mala?
De barco. Você deixa o carro no estacionamento do shopping ao lado do píer, na Avenida Armando Lombardi, embarca com a bagagem e em cerca de dois minutos está na ilha. Não existe acesso por terra, e dentro da ilha o deslocamento é a pé pelas alamedas.
Quanto custa uma diária na Ilha da Gigóia?
As pousadas ficam na faixa de R$ 300 a R$ 650 a diária. Casas e apartamentos inteiros vão de cerca de R$ 250, para quatro pessoas, a R$ 1.500 na casa maior, que recebe até 16 hóspedes. São valores de referência e mudam conforme a temporada.
Dá para chegar de madrugada?
Dá. As chalanas atravessam 24 horas por dia, inclusive de madrugada, quando o valor costuma ter um pequeno acréscimo. Avise o anfitrião do horário previsto para que alguém saiba te receber.
Preciso reservar com antecedência?
Durante a semana normalmente não. Em fins de semana, feriados, verão e Réveillon sim — a ilha tem poucas unidades e as melhores fecham com semanas de antecedência.
Tem mercado e farmácia na ilha?
Há dois mercadinhos que resolvem o básico do dia a dia. Farmácia e supermercado ficam no continente, a poucos minutos de barco pelo píer principal. Também não há caixa eletrônico na ilha, então leve dinheiro ou use Pix.
A ilha é tranquila para ficar com crianças?
É. Não circulam carros, o deslocamento é a pé e várias casas têm piscina e área externa. Como quase tudo fica à beira da água, vale combinar com as crianças as regras perto dos píeres e escolher uma hospedagem com área cercada.
Preços e capacidades são referências das próprias hospedagens e mudam conforme a temporada e o número de pessoas. Para confirmar disponibilidade e valor de hoje, fale com a Gigi pelo chat.